quarta-feira, 4 de julho de 2012

Crítica: Suits - 2x03 - Meet the New Boss (USA)

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Hilariante, é uma das muitas palavras que tenho para descrever este novo episódio da série Suits. De quinta a quinta-feira, a USA surpreende-nos agradavelmente com um apetitoso episódio de Suits da segunda temporada. “Meet the new boss”, não foi exeção.



Meet the new boss”, onde Harvey tem que cooperar com Daniel, ou pelo menos resolver um caso com ele; Mike é posto no meio de uma relação de ódio; Rachel aproxima-se de Donna (Sarah Rafferty) e desaproxima-se de Mike; e Louis quer ter algum objectivo na Pearson Hardman.


Inicialmente, temos uma cena hilariante de Mike a chegar a casa, encontrar lá alguém e ameaçar que tem uma arma de forma muito medrosa, quando no fim se depara com a sua avó… Com a qual se esquecera que tinha o jantar semanal.


Passando à frente, mas não muito, não abusemos, temos a apresentação do caso. Um caso banal, sobre enfermeiros e o seu sindicato…. Parece-vos familiar não? Honestamente, lembrei-me de Portugal quando vi que o caso se tratava de uma conta que a empresa Pearson Hardman juntamente com o hospital abrira para o desenvolvimento de robôs para cirurgias, segundo Mike, conta aberta só por doadores. Insatisfeitos, os enfermeiros querem fazer uma greve por serem pouco assalariados. E foi exactamente com isto, que me lembrei da situação pouco agradável do nosso país, o quão queixoso é o povo português. Ao saber deste caso Daniel quis tratar dele, embora Jessica o tenha dado a Harvey, o que fez com que ambos trabalhassem juntos.


Nesse “trabalho” juntos de Harvey e Daniel, o que mais houve foi uma disputa de poder. Daniel quer ser o líder, mas Harvey não quer corresponder às suas necessidades. Harvey apenas trabalha em prol de uma pessoa: Jessica, a qual Daniel admitiu ser a número 1 da empresa. Harvey faz de tudo para ser o melhor neste caso dos enfermeiros, mas rapidamente vê-se derrubado por Daniel, por se encontrar sempre à frente deste. Harvey não gosta, especialmente porque Daniel está a fazer de Mike um intermediário do conflito entre ambos. Uma relação de ódio repleto que não vou descrever mais, pois é interessante a forma de como se desenvolve, sempre negativamente.



Um dos momentos hilariantes é quando Louis chama uma das mais prestigiadas professoras de Direito de Harvard para avaliar os seus assistentes, e Mike juntamente com Harold (Max Topplin) começam a difamar Louis e a professora só entre eles os dois, assim como é hilariante o diálogo que se vai suceder daí para a frente.


Hilariante, também, foi o desenrolar da acção de Rachel que por sua vez desenrolou uma grande amizade com Donna. Fascinante, porque não sei quantas mais vezes vou utilizar a expressão “hilariante”. Uma amizade que se vai basear em contar mentiras num bar, e ajudar Rachel a ultrapassar os seus problemas com Mike… Até se encontrar com ele novamente, haver uma cena romântica e… Acabar tudo como outrora tinha acabado: numa relação profissional.


Saliento por fim, pois não quero dar a entender muito mais do desenrolar deste episódio, que mais um momento hilariante (sim, voltei a repetir a expressão) que foi a relação de Mike com a sua avó. Honestamente, nunca esperei ver o desenrolar desta relação, embora que breve.


Colocando um ponto final nesta crítica, este episódio é de certa forma bom, não é pesado, não é emocional e não é banal. É simplesmente um episódio de Suits, uma série fabulosa, onde se vão desenrolar relações de ódio, de amizade e de amor familiar. É um episódio que merece ser visto, como todos os outros anteriores, e provavelmente todos os outros que virão.


Melhor: Utilização de personalidades sarcásticas por parte de Rachel e Donna para arranjarem um encontro.


 Pior: Uma breve banalidade do caso.


9 estrelas em 10

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